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Oie,

O tempo passa para todos, inclusive, para nossos amigos peludos. Donos de uma euforia e vitalidade sem igual, quando a idade chega aos cães, aos poucos as brincadeiras ficam mais espaçadas e o ritmo um pouco mais lento. No fundo, se avaliarmos bem, eles voltam a fase inicial de bebês, devido ao vível de cuidado que precisam e a delicadeza de suas reações.

saiba como cuidar do seu cão idoso

É difícil estabelecer exatamente quando os cães entrarão na fase senil, visto que as raças maiores maiores a atinge por volta de seus sete ou oito anos, enquanto as menores podem demorar um pouco mais e são considerados cães idosos a partir dos seus 10 anos de idade. De toda maneira, para que seu pet passe por esta etapa da melhor maneira possível, priorizando sempre sua saúde e bem-estar, alguns pontos merecem mais atenção.

1 – Manutenção do peso

O ideal para a alimentação balanceada de um cão idoso são alimentos classificados como sênior. São animais menos ativos, portanto precisam de uma alimento menos calórico para evitar o ganho de peso e, consequentemente, dificultar a locomoção pela sobrecarga nos ossos e músculos.

2 – Evite tártaro nos dentes

É importante mater a escovação dos dentes do seu pet em dia, porém, se ele não for acostumado desde pequeno, dificilmente conseguirá fazer. Caso não seja possível, pelo menos evite dar alimentos que não sejam os apropriados para eles, pois o tártaro é inevitável com a idade e pode acarretar em outras doenças. É possível fazer a remoção do tártaro, ma isso envolve um processo anestésico e pode resultar ainda na perda parcial dos dentes.

3 – Incentive-o a beber água

Isso é válido para todas as idades, porém, como os cães idosos tendem a fazer menos exercícios, pode ser que não procurem água com tanta frequência. É preciso observar.

4 – Visite regularmente um médico veterinário

O ideal é levar seu pet a cada seis meses a uma consulta para manter os exames em dia e avaliar o peso e demais características físicas que possam indicar o aparecimento de alguma doença relacionada a idade.

5 – Atividades físicas diárias

Essas atividades podem ser resumidas a pequenos passeios em horários que a temperatura esteja mais baixa, logo pela manhã ou no fim da tarde. O tempo recomendado é de no máximo 30 minutos. Nesse período ele pode se socializar com outros cães e manter-se ativo, afastando o risco da obesidade.

6 – Brincadeiras e afeto

Embora a energia não seja a mesma de antes, é fundamental incentivar seu cão a brincar e dedicar algumas horinhas de atenção e carinho. Assim evita-se a tristeza e a apatia.

7 – Mantenha os móveis da casa na mesma posição

Isso evita acidentes, já que o cachorro passa a ter uma visão prejudicada ou até mesmo perdê-la. Se os móveis e pertences do animal ficarem sempre no mesmo lugar, ele é capaz de encontrá-los mais facilmente.

Mas de todas as dicas, talvez a mais importante seja essa: tenha paciência. Cuidar de um animal idoso requer muita força de vontade e dedicação. É preciso lembrar que assim como nós quando atingimos a velhice, eles voltam a se comportar e demonstrar as mesmas necessidades de quando eram pequenos. No fim das contas todo o esforço vale a pena, pois a amizade e o amor são incondicionais.

como cuidar dos cachorros idosos

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como saber se o pet está doente

Oie,

A maioria dos tutores dos animais consideram seus pet como membros da família e cuidam com atenção para que eles tenham vida longa e com qualidade.

No entanto, uma das preocupações é identificar quando os fiéis companheiros estão sentindo dor.

como saber que o pet estava doente

Segundo a médica-vetrinária Karin Botteon, coordenadora técnica especialista da Boehringer Ingelheim Saúde Animal, é preciso estar atento a sinais sutis de comportamento, tais como:

– Apatia e perda de apetite

– Inatividade e/ou intolerância a exercícios

– Relutância ou dificuldade para caminhar, subir escadas e pular

– Falta de interesse em brincar/passear

– Distúrbios de eliminação, ou seja, defecar ou urinar em lugares inadequados

– Mudança nos hábitos de higiene (no caso dos gatos, que param de lamber/limpar)

As dores agudas, decorrentes de um trauma, por exemplo, geralmente são fáceis de identificar porque os tutores estão atentos e esperando alterações diante do ocorrido: os animais geralmente vocalizam, também o local acometido, demonstram algum incômodo. No entanto, em processos crônicos como no caso de uma doença articular degenerativa (que envolve as articulações), a manifestação é muito mais comportamental, sendo necessário se atentar aquelas alterações. Desse modo, é fundamental observá-los e conhecê-los bem.

O tratamento da dor geralmente é multimodal, ou seja, pode demandar o uso de medicações, terapias de suporte como acupuntura e fisioterapia, e também o manejo do ambiente no qual vive o animal. As medicações mais utilizadas para o controle da dor são os analgésicos e os anti-inflamatórios, que serão prescritos de acordo com a necessidade de cada paciente e do seu estado de saúde. É importante reforçar que devemos sempre consultar o médico-veterinário ao menor sinal de mudança comportamental, e não medicar o pet sem prescrição médica.

saiba se o seu pet está doente

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deixe seu gato limpinho

Oie,

Os dias mais frios chegaram e alguns cuidados precisam ser tomados na hora do banho do pet, principalmente com os gatos.

Quem já tentou dar banho em gatos sabe que a missão não é tão simples, já que a maioria deles não gostam nem um pouco de entrar na água para aquela sessão de limpeza. Mas, diferente dos cães, eles não precisam tomar banhos regularmente, pois conseguem se manter limpos sozinhos. O que pode exigir um cuidado maior com a higiene são momentos pontuais, como, por exemplo, quando o felino brinca com terra.

Para esses casos, você pode optar pelo banho a seco que, além de limpar, evita o estresse do animal e o seu também. O banho a seco para gato é uma opção que, além de manter o animal sempre limpo e evitar situações de irritação, também economiza água e é uma ótima alternativa para dias mais frios.

saiba como cuidar dos pelos dos gatosPor isso, quando precisar fazer a higiene do seu companheiro, siga esse passo a passo do banho seco para os felinos que o Marcello Machado, médico veterinário da Max Cat compartilhou com a gente:

Você vai precisar de:

 – Lenços umedecidos para gatos (é importante que sejam específicos para o uso animal);

 – Algodão;

 – Produto para banho a seco em gato (peça orientação ao veterinário sobre qual é o mais indicado para seu felino);

 – Toalha seca;

Banho:

Use os lenços umedecidos: Comece uma limpeza por todo o corpo do gato com os lenços úmidos e tenha cuidado de tirar a parte mais evidente da sujeira. Dê bastante atenção às patas, genitais e todas as dobrinhas que tiverem sujeiras. Nesse momento é importante não se estressar e não passar nervosismo, tente levar como uma brincadeira com o gato. Para isso, vale usar alguns brinquedos e dar muito carinho.

Cuidar dos pelos do gato: Chegou o momento de cuidar dos pelos. Escolha um produto específico para o gato, pois sabemos que ele irá lamber e acabará ingerindo a substância que foi aplicada. Pegue o spray e borrife por todo o corpo do seu amigo, sempre tomando cuidado para não atingir seus olhos. Use uma toalha seca para espalhar o produto no pelo e, caso o gato tenha o pelo comprido, substitua a toalha por uma escova e vá passando no sentido contrário do pelo.

Para finalizar, pode usar um secador de longe e ir fazendo a escovação no sentido do pelo. Esse processo irá retirar a sujeira, evitando doenças de pele como pulgas e outros problemas que podem prejudicar a saúde do seu pequeno.

saiba como dar banho a seco nos gatos

Seguindo todos os passos, você verá que é fácil deixar o felino limpo sem passar pelo estresse da água.

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como cuidar dos pets no frio

Oie,

Apesar do inverno ainda não ter começado, as temperaturas já apresentam sinais do frio que aproxima nas próximas semanas. Por isso, a especialista Luana Sartori, médica veterinária da Nutrire compartilhou com a gente algumas dicas de como manter os animais aquecidos e evitar as doenças mais comuns no inverno.

saiba como cuidar do pet no frio

O ambiente

As temperaturas baixas afetam menos os animais que vivem dentro de casa, pois uma casinha já é suficiente para que não passem frio. Porém, para os que passam boa ou toda parte do tempo do lado de fora, a recomendação é que não tenham contato direto com o piso gelado.

Existem várias maneiras de deixar as casinhas dos pets quentinhas, as opções vão desde usar aquele cobertor em desuso até forrar o local com material emborrachado. Jornais, carpetes, tatames e estrados de madeira também ajudam bastante.

Roupas – usar ou não usar?

As roupas ajudam a manter os animais quentinhos, porém, é preciso cuidado na hora de usá-las. O ideal é que os tecidos esquentem pets que ficam em áreas externas, os de pelagem curta e as raças menores e mais propensas ao frio. Já os animais que têm pelo denso e vivem dentro de casa, geralmente não necessitam ser vestidos. Vale lembrar que alguns animais não se adaptam com roupas de lã ou sintéticas, por exemplo. Nesses casos, é possível experimentar o algodão ou soft, que causam menos irritação na pele. É preciso que o dono analise seu cão e escolha o tipo de roupa que lhe deixe mais confortável.

Banho

Há um mito de que no frio o animal não precisa tomar banho. Além de não ser higiênico, deixar seu pet sujo prejudica sua saúde e pode causar problemas sérios para o bichinho. O ideal é que os banhos sejam mantidos, porém, com alguns cuidados extras. Sempre utilizando água morna, secando bem e evitando que o cão tenha contato com a rua até, no mínimo, 30 minutos depois. O local da higienização também deve ser protegido do frio e sem correntes de ar.

Estimule o pet

Para auxiliar no bem-estar do animal, algumas brincadeiras podem ajudar a manter seu corpo aquecido. Estimular o pet a fazer exercícios físicos é essencial até para evitar que ele ganhe peso nos períodos de baixas temperaturas, visto que os animais costumam comer mais nesses períodos. Vale lembrar que a gordura em excesso pode causar doenças cardiovasculares no fígado e na coluna.

Passeios

Podem ser mantidos, mas o ideal é que ocorram nos horários mais quentes. Meio dia é perfeito para o passeio, pois a temperatura costuma aumentar. Evitar saídas de manhã cedo ou depois das 18h ajuda a evitar que o animal resfrie, por exemplo.

Não esqueça o veterinário

Manter o animal aquecido é uma das formas de deixá-lo saudável. Além disso, as visitas ao veterinário devem ser seguidas rigorosamente. Afinal, manter o animal bem o ano todo é imprescindível para que ele esteja forte para enfrentar o inverno. A melhor forma de prevenção de algumas doenças no frio ainda é a vacinação, o que também torna fundamental o acompanhamento médico em todas as fases da vida do pet.

saiba como prevenir as doenças de inverno dos pets

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