dicas para criar os filhos

Oie,

A cena recorrente: em meio aos corredores de um mercado a criança começa a chorar, gritar e espernear, exigindo que os pais comprem um determinado produto. Os adultos tentam, sem sucesso, acalmar o filho. Todos dentro do estabelecimento, começam a observar a situação com olhares de julgamento. Neste momento, pressionados a tomar uma medida definitiva para resolver a questão, os pais acabam por gritar com a criança, reagir com agressividade ou simplesmente acabam cedendo ao apelo do filho.

Mas afinal, como saber a coisa certa a se fazer ou a se dizer em casos como este? Como ter maturidade emocional para dizer não ao seu filho e lidar com outras crises relacionadas ao comportamento infantil?

Para a psicóloga e pedagoga Tania Queiroz, autora do livro Pais Imaturos, Filhos Deprimidos e Inseguros, a maturidade emocional não é algo que necessariamente cresce com a idade cronológica: não nos tornamos emocionalmente maduros quando envelhecemos. A maturidade emocional é geralmente aprendida e não instintiva, e este é uma das principais dificuldades apontadas pelos adultos que têm a tarefa de educar uma criança.

Só podemos vencer o mal comportamento se tivermos consciência de que se origina em nós e depois nas crianças e jovens, por isso precisamos primeiramente conhecê-los, aceitá-los, amá-los, para então transformá-los. Algumas crianças pensam que o mau comportamento é capaz de colocá-las em evidência, de se tornarem o centro da atenção dos seus pais.

Os filhos refletem as atitudes dos pais, aprendendo com o que fazemos e não com o que falamos. Cada pai e mãe tem dos seus filhos exatamente o estilo de vida que fornece a eles. Os filhos reagem segundo o que veem e são ensinados através dos exemplos de seus responsáveis.

Entre as características dos pais que qualifica como maduros emocionalmente está a capacidade de saber dizer não, saber perdoar, não reclamar o tempo todo, possuir empatia, não castigar e nem punir quando estão no auge de suas emoções. Conhecer e gerenciar as próprias emoções, assumir os próprios erros e as consequências das próprias escolhas e compreender o estado emocional dos filhos são habilidades que podem ser desenvolvidos e trabalhadas. Pais maduros usam a sabedoria para cativar, instruir e enfrentar as dificuldades emocionais dos filhos.

como lidar com os filhos fazendo birra

Para auxiliar pais a desenvolverem a maturidade necessária para lidar com os desafios na criação dos filhos, confira dez conselhos práticos:

1 – Desenvolver autoestima e autoconhecimento

Pais precisam perceber a si mesmos, as emoções e sentimentos para chegarem às emoções e aos sentimentos de seus filhos. Precisam tornar-se emocionalmente conscientes, ou seja, ter capacidade de reconhecer e identificar as próprias emoções positivas e negativas.

2 – Desenvolver autocontrole

Pais com maturidade emocional contornam a situação, são instruídos a passar pelas fases de sucesso e pelas fases de fracasso com esperança de dias melhores. E aproveitam essas lições para ensinar aos filhos que a vida não é “somente flores”, como diz o ditado popular.

3 – Aprender a lidar com sentimentos de raiva, medo e tristeza

A maturidade emocional tem como características o autodomínio, o que significa manter as emoções sob controle, resolver problemas com calma, coragem e sabedoria, tomar decisões, ter atitudes positivas, ser resiliente e grato. Examine-se e tente detectar se há maturidade no seu comportamento para poder alterá-lo com o esforço da sua vontade.

4 – Aprender com os erros e aceitar que não é perfeito

Nada ensina mais que o exemplo e já sabemos disso, seus filhos precisam enxergar em você um pai real, de carne e osso, que está expostos a decpções, desenganos e erros. Eles poderão observar a forma que você atua no palco da vida e seguir seus passos.

5 – Reconhecer e apreciar as conquistas pessoais

Quando os pais têm um mindset de crescimento acreditam que qualquer criança ou adolescente pode crescer e se aperfeiçoar por meio de dedicação e esforço, eles são mais comprometidos com o desenvolvimento de seus filhos e com o próprio. Notam melhoras no desempenho dos filhos e recebem bem suas críticas.

6 – Não dramatiza os fatos da vida

Para estabelecer uma relação emocional profunda com seus filhos, é importante que eles falem para você sobre o que estão sentindo, o porque estão sentindo, de onde veio esse sentimento negativo, a tristeza, a frustração, quando tudo começou, sem se irritar sem castigá-los caso se expressem de forma negativa ou até irada. Ouça seus filhos, seja amigo deles, e evite julgamentos, depreciações e intimidações.

7 – Desenvolver pensamentos otimistas

Os pais maduros aprendem, evoluem e ensinam aos seus filhos que a felicidade é fruto da vontade e está relacionada à maneira de ser no mundo, no gerenciamento das próprias emoções, na utilização das habilidades pessoais, emocionais e sociais, no otimismo, na responsabilidade com o próprio destino e no compromisso em construir uma vida mais feliz.

8 – Agir mais e reclamar menos

Pais maduros ensinam que há situações em que é necessário sair da posição de rigidez, que ter razão nem sempre é uma virtude, que ceder é louvável e que palavras brandas afastam a fúria.

9 – Desenvolver empatia

Muitas vezes, as crianças expressam as emoções de forma indireta, com agressividade e mau comportamento. O papel dos pais maduros é reconhecer esses sentimentos sem agredir ou punir seus filhos, mas com compreensão e amor. Ao contrário do que dizem, isso não é intencional. Por isso, entender sinais e ler comportamentos é importante.

10 – Aprender a lidar com perdas e frustrações

As pessoas emocionalmente maduras experimentam dor? Sim, mas quando sofrem uma perda, elas se permitem sentir completamente a tristeza e o vazio, que representa essa perda. Elas são honestas consigo mesmas quanto a seus sentimentos. Essa honestidade lhe permite avançar e superar a sua dor.

como lidar com o comportamento dos filhos

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brigas entre irmãos

Oie,

Temos que aceitar o fato: brigas entre irmãos faz parte da vida de qualquer família. Não só é inevitável, como também é um meio de aprendizado sobre relacionamentos e negociações. No entanto, as disputas constantes podem transformar a rotina diária em um verdadeiro caos. Daí, cabe aos pais intervir e disciplinar seus filhos. Mas como ajudar sem parecer que está tomando partido de algum lado?

como evitar as brigas entre os irmãos

Evitar os confrontos e ainda ser imparcial pode parecer uma tarefa difícil, mas não impossível. Confira 5 dicas que poderão melhorar a harmonia e a convivência entre seus filhos:

1 – Não rotule e nem compare: Até pequenos rótulos colocam mais lenha na fogueira. Se a mãe chama um de “o estudioso”, automaticamente entende-se que o outro não gosta de estudar. Fazer comparações no meio de uma briga, então, só piora a situação. É muito comum ouvir “seu irmão está quieto, para de implicar com ele”. Qualquer coisa que você diga a favor de um, vai soar como proteção. E isso só vai alimentar sentimentos ruins, como ciúme, inveja e baixa autoestima.

2 – Reserve um tempo do seu dia para cada um dos filhos: Leia um livro pra um, ajude na lição do outro. Sua atenção deve ser exclusiva, e a qualidade desse tempo precisa ser igual para todos. Dar atenção separadamente fará com que cada um se sinta seguro e amado de forma única, evitando brigas pela disputa do seu afeto.

3 – Seja mediador, não um juiz: Durante uma briga entre os filhos, jamais tome partido de alguém. A rivalidade só vai aumentar. Seu papel é mediar, e não julgar. Traga os dois lados para conversar e ajude-os a chegar a uma solução que seja boa para ambos. Desse modo, não haverá ganhadores ou perdedores, e eles ainda aprendem uma habilidade importante para futuros conflitos.

4 – Não obrigue as crianças a dividir: Aprender a dividir é muito importante, assim como aprender a ter limites. Porém, quando a criança é forçada a dividir algo com o irmão, irá assimilar isso como uma coisa negativa, e não vai querer fazer de novo. Ao invés de obrigar a criança a emprestar o brinquedo, tente outra abordagem como “é o brinquedo novo do seu irmão, você terá sua vez quando ele acabar de brincar”. O dono do brinquedo se sentirá seguro e, com o tempo, menos possessivo. Assim, o ato de emprestar se tornará natural e espontâneo.

5 – Tolere as crises de raiva: Crianças repetem um determinado comportamento que funcionou para elas. Quando os pais cedem às crises de raiva e dizem “dá a vez para o seu irmão agora”, estão incentivando a rivalidade entre os irmãos e mostrando que a birra é uma boa tática para conseguir o que quer. Mostre que a crise de raiva não funciona e espere passar sozinha. Ignorar os rompantes pode ser difícil, especialmente em locais públicos. Mas lembre-se que a crise é o meio que a criança usa, temporariamente, para demonstrar sua insatisfação, e não há problema nisso. Aprender a relevar esses pequenos desapontamentos servirá para a vida futura de seus filhos, além de resultar em uma maior tranquilidade em casa.

saiba como evitar que seus filhos briguem

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tenha tempo para as crianças

Oie,

Todo mundo sabe que brincar com os filhos é importante, tanto para estimular o desenvolvimento da criança, quanto para interagir e fortalecer o vínculo entre pais e filhos. Mas com a rotina diária, nem todos os pais dispõem de tempo ou ânimo para brincar e dar atenção ao filho sempre que ele solicita.

separe um tempo para brincar com as crianças

Pensando nisso, neste post vou listar cinco dicas práticas para facilitar e tornar a hora de brincar ainda mais prazerosa.

momento entre pai e filho

1 – O brincar nem sempre é algo individual e mesmo que alguns jogos sejam utilizados individualmente, como os de encaixes e quebra-cabeças, a brincadeira em conjunto é possível, com os pais próximos, ainda que apenas para observar.

2 – As brincadeiras de infância dos pais, podem servir como ideias e brincadeiras para os filhos. Que tal resgatar uma brincadeira da sua infância e apresentar aos seus filhos? Ou então, faça uma lista das brincadeiras preferidas de cada um e elejam qual será a brincadeira do dia ou do momento.

3 – Converse com a criança e cheguem juntos a um acordo para escolher a brincadeira. Explique que você prefere brincar de outra coisa, não de bola, por exemplo, e que isso ela pode fazer em outro momento, com os amigos. Eles vão entender e para eles, é mais importante a presença do que o tipo de brincadeira em si. Vale lembrar que brincadeiras não se limitam exclusivamente a correr, pular ou jogar bola, por exemplo, uma história ou uma animada partida de jogo também são ótimas opções.

4 – Reserve um tempo do seu dia para brincar com os filhos. Isso é importante para exercitar a criatividade, descobrir os gostos de cada um, interagir e fortalecer o vínculo entre vocês. Caso não seja possível organizar uma brincadeira, opte por ler uma história, fazer um desenho, ver algum livro interessante. Isso também fortalece laços importantes na infância. A criança se sente acolhida, compreendida e amada ao receber essa atenção e carinho.

5 – Por fim, a ideia é sempre que na hora de brincar, pais e filhos se divirtam juntos! É isso que aproxima e possibilita um conhecimento mútuo. A criança constrói sua visão de mundo a partir do que ela vive e depois representa em suas brincadeiras. Por isso, é importante que esse aspecto fundamental para o desenvolvimento infantil, não seja esquecido pela correria da rotina não só dos pais, mas das próprias crianças.

brincadeiras entre pais e filhos

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dicas para engravidar rápido

Oie,

Em alguns casos, as mamães demoram um pouco para engravidar, porém isto pode não ser um problema, pois não existe um tempo certo para acontecer. Algumas são muito sortudas e logo recebem a “visita da cegonha”, porém outros casos isso pode demorar um pouco. A demora muitas vezes, gera ansiedade e isso pode atrapalhar o processo normal, então calma é imprescindível neste momento.

dicas para engravidar

1 – Faça muitos exercícios

Quanto mais saudável for o casal, mais cedo poderá acontecer uma gravidez. Aconselhamos a prática regular de exercícios físicos para manter o corpo em movimento. Corrida, ciclismo e natação ativam a circulação e são excelentes maneiras de eliminar o estresse, o que ajuda a aumentar a fertilidade. Ginástica e uma boa condição física também ajudarão nos meses mais “pesados” da gravidez.

2 – Dieta saudável

Alimentos com alto teor de nutrientes e pouca gordura são sempre bons para o corpo, mas são especialemente importantes, pois ajudam nas funções do sistema reprodutivo.

A maioria das coisas que nosso corpo necessita são encontradas em uma dieta balanceada, como vitaminas e minerais presentes em frutas frescas, saladas e vegetais, ou cálcio em iogurte, arroz e suco de laranja. Ferro também é essencial para o fluxo de oxigênio em nosso sangue (carne vermelha, legumes, pão integral), bem como iodo para a tireoide (peixes ou kiwi).

Uma dieta saudável também ajuda a aumentar a qualidade do espermatozoide. O parceiro pode fazer sua parte consumindo muita vitamina C, E e B12. Isso provavelmente não acarretará nenhuma grande mudança no modo de vida dele, já que todas as três vitaminas podem ser encontradas em uma enorme variedade de alimentos.

O ideal é abandonar ou diminuir o álcool e a nicotina e conversar com o médico sobre os planos para tentar ter um bebê antes de tomar medicação. Também já foi provado que a cafeína tem um efeito negativo sobre a fertilidade, mas beber uma xícaraa de café ou chá preto por dia não tem problema. Mas o melhor é você consultar o seu médico sempre.

3 – Ácido fólico suficiente

O ácido fólico é uma vitamina B que ajuda os processos metabólicos, tais como a renovação de células em geral e das células vermelhas do sangue em particular. Foi comprovado que o ácido fólico ajuda a desenvolver a fertilidade e pode ser encontrado em alimentos como espinafre, tomate e beterraba. Mas comer todos estes alimentos não vai lhe dar todo o ácido fólico que você precisa para a sua gravidez planejada. Seu corpo vai precisar de tanto ácido fólico durante os três primeiros meses de gravidez que é melhor falar com o médico agora, para que ele recomende suplenetos de ácido fólico disponíveis nas farmácias.

4 – O método da temperatura

Quanto mais familiarizada estiver com o seu ciclo menstrual, maior será a precisão para determinar os dias mais férteis. Com o método da temperatura, os resultados podem chegar perto de determinar até mesmo a hora mais fértil.

Basta medir a temperatura, no mesmo horário, todas as manhãs ao acordar. Um aumento significativo na temperatura é sinal de que está acontecendo a ovulação, o que significa que é um bom momento para tentar engravidar. Se continuar a monitorar a temperatura ao longo de alguns ciclos, será capaz de prever o tempo da próxima ovulação com muita exatidão.

O melhor momento para engravidar é nas poucas horas após a ovulação. E se o aumento da temperatura tiver a duração de mais de 18 dias no mês seguinte, os cumprimentos estarão próximos, pois provavelmente o bebê está a caminho.

O calendário de fertilidade é também uma maneira fácil de calcular os dias mais férteis.

Importante: O calendário da fertilidade é baseado em uma média simples. Não é recomendado o uso do calendário como um método contraceptivo.

5 – Exame médico

É importante fazer um exame completo com um médico de confiança periodicamente – especialmente se há dificuldade em engravidar, apesar das tentativas. E eventualmente isso pode ser devido a razões médicas que podem ser facilmente tratadas.

O mais adequado seria levar o parceiro para um check-up também. De preferência, o médico deverá tirar uma amostra de sangue de ambos para exames. Isso vai mostrar se os hormônios estão equilibrados ou se, por exemplo, os níveis de metais pesados no organismo estão muito altos, reduzindo assim a fertilidade.

6 – Tente relaxar

O que mais precisa para engravidar, acima de tudo, é muito tempo e diversão com o parceiro. E se não der certo imediatamente, é importante manter a calma. Está provado que a relação sexual apaixonada e romântica é uma maneira muito mais eficaz para engravidar do que o “sexo baseado no calendário”, quando há pressão para que se faça sexo em determinado horário.

Para cerca de 75% dos casais, a espera vai valer a pena em apenas um ano. E este número aumenta para 90% depois de dois anos. Ou seja, as chances de dar boas-vindas a um novo membro da família em um espaço relativamente curto são altas.

bebê a caminho

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