tire todas as dúvidas sobre a gravidez

Oie,

A preocupação em cuidar do bebê aparece desde o primeiro momento em que a mulher descobre que vai ser mãe. A partir desse momento as mamães começam a se interessar por qualquer informação que possa ajudar no desenvolvimento de uma gravidez tranquila e saudável.

Algumas delas até se transformam em “experts” de bebês e até orientam outras grávidas sobre suas descobertas.

De acordo com o ginecologista e obstetra Dr. Domingos Mantelli Borges Filho (CRM – 107.997), a cada fase que a gestante avança, o corpo modifica. A gestação é uma fase marcada por mudanças físicas e psíquicas. Durante a gravidez a mulher começa a produzir uma quantidade enorme de hormônios, como o Beta HCG, a progesterona e diversos outros, que vão interferir diretamente no seu corpo.

A gestação é dividida em três fases: Primeira, Seguda e Terceira, cada uma referente a um trimestre.

O primeiro trimestre corresponde a 1ª a 13ª semana. É a fase mais difícil para a mãe e o bebê. Enjoos matinais, cansaço, alterações de humor, seios sensíveis são um dos sintomas que correspondem ao primeiro trimestre da gravidez. O exercício físico, substituir os sutiãs por outros mais confortáveis, consumir bebidas quentes e frutas secas são boas escolhas para atenuar esses sintomas durante esse estágio.

O segundo trimestre ocorre da 14ª a 27ª semana. A barriga começa a crescer e as náuseas desaparecem. É a hora de a mãe passar a cuidar melhor da alimentação e evitar os excessos para não engordar. A partir do quarto mês, o alargamento da cintura é mais nítido e com isso surge à necessidade de começar a usar roupas mais confortáveis e soltas. É possível que a gestante engorde, em média, de 5 a 7 quilos, devido ao apetite que aumenta na mesma proporção em que o bebê cresce. A digestão fica mais lenta e pode ocorrer constipação e prisão de ventre. Por isso, é importante uma alimentação rica em grãos integrais e fibras.

O terceiro trimestre que acontece da 28ª a 40ª semana marca a última fase da gestação. Nesse último estágio que acontece a chegada do bebê a gestante pode sentir falta de ar provocada pela pressão do ventre desenvolvido sobre o diafragma. Outro fator é o crescimento do bebê que também aperta a bexiga, podendo levar a perdas involuntárias de pequenas quantidades de urina ao tossir, correr, rir ou fazer algum esforço.

tudo sobre gravidez

O ginecologista e obstruíra Dr. Domingos Mantelli esclarece 20 dúvidas mais frequentes de gestantes que estão passando por cada uma dessas fases.

Primeiro Trimestre

1 – Sangrar durante o início da gravidez é normal?

A perda de sangue no gravidez ocorre em quase 20% das gestantes e pode sim ser normal, correspondente à nidação que é a fixação do embrião dentro do útero! Porem as patologias como a ameaça de abortamento devem ser descartadas.

2 – Os sintomas da gravidez parecem ter desaparecido, significa que possa ter tido um abordo?

A intensidade dos sintomas como cansaço, tensão mamária e náuseas variam muito de mulher para mulher. Caso você note alguma anormalidade diante desses sintomas, procure o seu médico para ele fazer um exame que possa detectar se existe algum problema fora do comum.

3 – Como deve ser feita a alimentação?

A alimentação da gestante deve ser equilibrada: frutas, verduras, carnes, cereais e leite devem ser incluídos. O ideal é a gestante comer pouco e fazer de quatro a seis refeições ao dia, bebendo bastante líquido (de um a dois litros de água por dia). Evite massas, doces, bebidas gasosas e álcool. E observe o seu peso, o recomendado é 9 a 12 kg referente ao IMC da gestante, que é considerado uma medida saudável para a mãe e o bebê. Nada de comer por dois!

4 – É possível sentir os movimentos do feto a partir do primeiro trimestre de gestação?

Os movimentos do bebê nesse estágio ainda não são perceptíveis pela mãe. O bebê só pode ser sentido a partir da décima oitava semana. Antes disso, o que a gestante sente são os movimentos peristálticos do intestino.

5 – Inchaço em grávidas é sempre sinal de que a pressão está alta?

No final da gestação o edema é bastante comum, devido à compressão da veia cava dentro do abdômen e muitas vezes não significa que é problema de pressão alta.

6 – Sexo durante a gravidez faz mal para o bebê?

A relação sexual pode ser bem-vinda para o casal. Exceto em casos especiais, como o surgimento de sangramento ou contrações.

Segundo Semestre

7 – Já dá para saber o sexo do bebê e a data do parto?

A data do parto pode ser calculada a partir da primeira data da última menstruação. Quanto, ao sexo do bebê, por meio do exame de sangue a partir de 10 semanas e com o ultrassom com 18 semanas é possível saber o sexo do bebê.

8 – Grávidas não podem fazer nenhum tratamento odontológico?

Isso é mito. A gestante pode realizar um tratamento bucal normalmente, pois é nesse estágio de gravidez que há maior incidência de cáries e inflamação na gengiva. Caso for necessário realizar exames de raio-X, a gestante deve vestir um avental de chumbo para proteger o feto, e a anestesia deverá ser preferencialmente sem substância vasoconstrictora.

9 – A partir de quantas semanas é possível ouvir o coração do bebê?

Os batimentos cardíacos são audíveis a partir da quinta semana com o uso do ultrassom. Entre 12ª e 14ª semanas de gestação, é possível ouvir o coraçãozinho do bebê com outro equipamento, o sonar Doppler.

10 – Quantos quilos pode engordar?

A gestante deve se preocupar com o ganho de peso durante o segundo trimestre. As futuras mamães não podem ultrapassar o seu IMC (Índice de Massa Corpórea), ela pode ter variações de peso para um pouco mais ou para menos conforme o seu IMC. O ideal seria engordar de 5 a 12 kg no máximo.

11 – Posso passar qualquer hidratante no corpo ou precisa ser um tipo específico para gestantes?

Alguns ativos de hidratantes comuns são proibidos na gravidez. Por essa razão, o melhor é optar por produtos exclusivos para gestantes. Mas saiba que mesmo eles podem causar alguma irritação.

12 – Posso fazer tratamento para varizes?

As varizes que aparecem durante a gestação normalmente somem após o parto. O ideal para as gestantes que estão passando por esse problema é não optar por nenhum tratamento. Deixar as pernas levantadas por alguns minutos, evitar ficar muito parada em pé ou sentada e fazer caminhadas podem amenizar os sintomas.

13 – Posso tingir o cabelo?

So mesmo a partir do quarto mês de gestação. As tinturas, mesmo aquelas sem amônia na composição e a hena, não devem ser usadas no primeiro trimestre da gravidez. Escova progressiva, alisamentos também devem ser evitados durante toda a gestação.

14 – Como calcula a semana de gestação?

Faça a contagem a partir do último dia da menstruação e considere que a gravidez tem 280 dias, ou 40 semanas. Mas, não misture o cálculo das semanas com o dos meses. Isso porque quatro semanas tem 28 dias, e não um mês.

Terceiro Trimestre

15 – A ansiedade pode acelerar o parto ou fazer mal para o bebê?

Independente do grau de ansiedade da mãe ela não interfere no aceleramento da gestação. Em alguns casos, alguns médicos orientam o uso de medicamentos para controlar o equilíbrio emocional, pois você querendo ou não, essa ansiedade apesar de não acelerar o parto, ele libera hormônios que passa para o bebê causando várias alterações.

16 – Estou muito inchada. Devo me preocupar?

O inchaço é comum no final da gestação, mas se ele acontece de forma generalizada, procure o seu médico para diagnosticar se esse edema pode desencadear um problema grave, por exemplo, a doença hipertensiva que ocorre na gravidez.

17 – Dores nas costas. O que fazer para aliviá-las?

A coluna vertebral é bastante sobrecarregada durante a gestação. Se as dores forem insuportáveis, pode-se ainda utilizar analgésicos. Alongamentos e massagens podem ser a salvação durante toda a gravidez.

18 – Até quantas semanas uma gestação pode ir?

O tempo previsto é de 40 semanas. O envelhecimento da placenta pode comprometer tanto a circulação do sangue como a troca de nutrientes entre o bebê e a mãe. Essa situação é arriscada para ambos. Porém hoje em dia os estudos mostram que podemos aguardar em segurança até 41 semanas.

19 – Como sei que estou entrando em trabalho de parto?

As contrações aumentam e duram em torno de 30 a 40 segundos cada uma. Ocorrem em média de 3 contrações em 10 minutos. O rompimento da bolsa é o sinal que a mãe deve ir imediatamente para o hospital, pois ela pode estar entrando em trabalho de parto.

20 – Quando o bebê encaixa?

A mulher não tem como saber. Somente um exame clínico e o toque afinal é que são capazes de revelar se há ou não a dilatação.

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dicas para criar os filhos

Oie,

A cena recorrente: em meio aos corredores de um mercado a criança começa a chorar, gritar e espernear, exigindo que os pais comprem um determinado produto. Os adultos tentam, sem sucesso, acalmar o filho. Todos dentro do estabelecimento, começam a observar a situação com olhares de julgamento. Neste momento, pressionados a tomar uma medida definitiva para resolver a questão, os pais acabam por gritar com a criança, reagir com agressividade ou simplesmente acabam cedendo ao apelo do filho.

Mas afinal, como saber a coisa certa a se fazer ou a se dizer em casos como este? Como ter maturidade emocional para dizer não ao seu filho e lidar com outras crises relacionadas ao comportamento infantil?

Para a psicóloga e pedagoga Tania Queiroz, autora do livro Pais Imaturos, Filhos Deprimidos e Inseguros, a maturidade emocional não é algo que necessariamente cresce com a idade cronológica: não nos tornamos emocionalmente maduros quando envelhecemos. A maturidade emocional é geralmente aprendida e não instintiva, e este é uma das principais dificuldades apontadas pelos adultos que têm a tarefa de educar uma criança.

Só podemos vencer o mal comportamento se tivermos consciência de que se origina em nós e depois nas crianças e jovens, por isso precisamos primeiramente conhecê-los, aceitá-los, amá-los, para então transformá-los. Algumas crianças pensam que o mau comportamento é capaz de colocá-las em evidência, de se tornarem o centro da atenção dos seus pais.

Os filhos refletem as atitudes dos pais, aprendendo com o que fazemos e não com o que falamos. Cada pai e mãe tem dos seus filhos exatamente o estilo de vida que fornece a eles. Os filhos reagem segundo o que veem e são ensinados através dos exemplos de seus responsáveis.

Entre as características dos pais que qualifica como maduros emocionalmente está a capacidade de saber dizer não, saber perdoar, não reclamar o tempo todo, possuir empatia, não castigar e nem punir quando estão no auge de suas emoções. Conhecer e gerenciar as próprias emoções, assumir os próprios erros e as consequências das próprias escolhas e compreender o estado emocional dos filhos são habilidades que podem ser desenvolvidos e trabalhadas. Pais maduros usam a sabedoria para cativar, instruir e enfrentar as dificuldades emocionais dos filhos.

como lidar com os filhos fazendo birra

Para auxiliar pais a desenvolverem a maturidade necessária para lidar com os desafios na criação dos filhos, confira dez conselhos práticos:

1 – Desenvolver autoestima e autoconhecimento

Pais precisam perceber a si mesmos, as emoções e sentimentos para chegarem às emoções e aos sentimentos de seus filhos. Precisam tornar-se emocionalmente conscientes, ou seja, ter capacidade de reconhecer e identificar as próprias emoções positivas e negativas.

2 – Desenvolver autocontrole

Pais com maturidade emocional contornam a situação, são instruídos a passar pelas fases de sucesso e pelas fases de fracasso com esperança de dias melhores. E aproveitam essas lições para ensinar aos filhos que a vida não é “somente flores”, como diz o ditado popular.

3 – Aprender a lidar com sentimentos de raiva, medo e tristeza

A maturidade emocional tem como características o autodomínio, o que significa manter as emoções sob controle, resolver problemas com calma, coragem e sabedoria, tomar decisões, ter atitudes positivas, ser resiliente e grato. Examine-se e tente detectar se há maturidade no seu comportamento para poder alterá-lo com o esforço da sua vontade.

4 – Aprender com os erros e aceitar que não é perfeito

Nada ensina mais que o exemplo e já sabemos disso, seus filhos precisam enxergar em você um pai real, de carne e osso, que está expostos a decpções, desenganos e erros. Eles poderão observar a forma que você atua no palco da vida e seguir seus passos.

5 – Reconhecer e apreciar as conquistas pessoais

Quando os pais têm um mindset de crescimento acreditam que qualquer criança ou adolescente pode crescer e se aperfeiçoar por meio de dedicação e esforço, eles são mais comprometidos com o desenvolvimento de seus filhos e com o próprio. Notam melhoras no desempenho dos filhos e recebem bem suas críticas.

6 – Não dramatiza os fatos da vida

Para estabelecer uma relação emocional profunda com seus filhos, é importante que eles falem para você sobre o que estão sentindo, o porque estão sentindo, de onde veio esse sentimento negativo, a tristeza, a frustração, quando tudo começou, sem se irritar sem castigá-los caso se expressem de forma negativa ou até irada. Ouça seus filhos, seja amigo deles, e evite julgamentos, depreciações e intimidações.

7 – Desenvolver pensamentos otimistas

Os pais maduros aprendem, evoluem e ensinam aos seus filhos que a felicidade é fruto da vontade e está relacionada à maneira de ser no mundo, no gerenciamento das próprias emoções, na utilização das habilidades pessoais, emocionais e sociais, no otimismo, na responsabilidade com o próprio destino e no compromisso em construir uma vida mais feliz.

8 – Agir mais e reclamar menos

Pais maduros ensinam que há situações em que é necessário sair da posição de rigidez, que ter razão nem sempre é uma virtude, que ceder é louvável e que palavras brandas afastam a fúria.

9 – Desenvolver empatia

Muitas vezes, as crianças expressam as emoções de forma indireta, com agressividade e mau comportamento. O papel dos pais maduros é reconhecer esses sentimentos sem agredir ou punir seus filhos, mas com compreensão e amor. Ao contrário do que dizem, isso não é intencional. Por isso, entender sinais e ler comportamentos é importante.

10 – Aprender a lidar com perdas e frustrações

As pessoas emocionalmente maduras experimentam dor? Sim, mas quando sofrem uma perda, elas se permitem sentir completamente a tristeza e o vazio, que representa essa perda. Elas são honestas consigo mesmas quanto a seus sentimentos. Essa honestidade lhe permite avançar e superar a sua dor.

como lidar com o comportamento dos filhos

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brigas entre irmãos

Oie,

Temos que aceitar o fato: brigas entre irmãos faz parte da vida de qualquer família. Não só é inevitável, como também é um meio de aprendizado sobre relacionamentos e negociações. No entanto, as disputas constantes podem transformar a rotina diária em um verdadeiro caos. Daí, cabe aos pais intervir e disciplinar seus filhos. Mas como ajudar sem parecer que está tomando partido de algum lado?

como evitar as brigas entre os irmãos

Evitar os confrontos e ainda ser imparcial pode parecer uma tarefa difícil, mas não impossível. Confira 5 dicas que poderão melhorar a harmonia e a convivência entre seus filhos:

1 – Não rotule e nem compare: Até pequenos rótulos colocam mais lenha na fogueira. Se a mãe chama um de “o estudioso”, automaticamente entende-se que o outro não gosta de estudar. Fazer comparações no meio de uma briga, então, só piora a situação. É muito comum ouvir “seu irmão está quieto, para de implicar com ele”. Qualquer coisa que você diga a favor de um, vai soar como proteção. E isso só vai alimentar sentimentos ruins, como ciúme, inveja e baixa autoestima.

2 – Reserve um tempo do seu dia para cada um dos filhos: Leia um livro pra um, ajude na lição do outro. Sua atenção deve ser exclusiva, e a qualidade desse tempo precisa ser igual para todos. Dar atenção separadamente fará com que cada um se sinta seguro e amado de forma única, evitando brigas pela disputa do seu afeto.

3 – Seja mediador, não um juiz: Durante uma briga entre os filhos, jamais tome partido de alguém. A rivalidade só vai aumentar. Seu papel é mediar, e não julgar. Traga os dois lados para conversar e ajude-os a chegar a uma solução que seja boa para ambos. Desse modo, não haverá ganhadores ou perdedores, e eles ainda aprendem uma habilidade importante para futuros conflitos.

4 – Não obrigue as crianças a dividir: Aprender a dividir é muito importante, assim como aprender a ter limites. Porém, quando a criança é forçada a dividir algo com o irmão, irá assimilar isso como uma coisa negativa, e não vai querer fazer de novo. Ao invés de obrigar a criança a emprestar o brinquedo, tente outra abordagem como “é o brinquedo novo do seu irmão, você terá sua vez quando ele acabar de brincar”. O dono do brinquedo se sentirá seguro e, com o tempo, menos possessivo. Assim, o ato de emprestar se tornará natural e espontâneo.

5 – Tolere as crises de raiva: Crianças repetem um determinado comportamento que funcionou para elas. Quando os pais cedem às crises de raiva e dizem “dá a vez para o seu irmão agora”, estão incentivando a rivalidade entre os irmãos e mostrando que a birra é uma boa tática para conseguir o que quer. Mostre que a crise de raiva não funciona e espere passar sozinha. Ignorar os rompantes pode ser difícil, especialmente em locais públicos. Mas lembre-se que a crise é o meio que a criança usa, temporariamente, para demonstrar sua insatisfação, e não há problema nisso. Aprender a relevar esses pequenos desapontamentos servirá para a vida futura de seus filhos, além de resultar em uma maior tranquilidade em casa.

saiba como evitar que seus filhos briguem

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tenha tempo para as crianças

Oie,

Todo mundo sabe que brincar com os filhos é importante, tanto para estimular o desenvolvimento da criança, quanto para interagir e fortalecer o vínculo entre pais e filhos. Mas com a rotina diária, nem todos os pais dispõem de tempo ou ânimo para brincar e dar atenção ao filho sempre que ele solicita.

separe um tempo para brincar com as crianças

Pensando nisso, neste post vou listar cinco dicas práticas para facilitar e tornar a hora de brincar ainda mais prazerosa.

momento entre pai e filho

1 – O brincar nem sempre é algo individual e mesmo que alguns jogos sejam utilizados individualmente, como os de encaixes e quebra-cabeças, a brincadeira em conjunto é possível, com os pais próximos, ainda que apenas para observar.

2 – As brincadeiras de infância dos pais, podem servir como ideias e brincadeiras para os filhos. Que tal resgatar uma brincadeira da sua infância e apresentar aos seus filhos? Ou então, faça uma lista das brincadeiras preferidas de cada um e elejam qual será a brincadeira do dia ou do momento.

3 – Converse com a criança e cheguem juntos a um acordo para escolher a brincadeira. Explique que você prefere brincar de outra coisa, não de bola, por exemplo, e que isso ela pode fazer em outro momento, com os amigos. Eles vão entender e para eles, é mais importante a presença do que o tipo de brincadeira em si. Vale lembrar que brincadeiras não se limitam exclusivamente a correr, pular ou jogar bola, por exemplo, uma história ou uma animada partida de jogo também são ótimas opções.

4 – Reserve um tempo do seu dia para brincar com os filhos. Isso é importante para exercitar a criatividade, descobrir os gostos de cada um, interagir e fortalecer o vínculo entre vocês. Caso não seja possível organizar uma brincadeira, opte por ler uma história, fazer um desenho, ver algum livro interessante. Isso também fortalece laços importantes na infância. A criança se sente acolhida, compreendida e amada ao receber essa atenção e carinho.

5 – Por fim, a ideia é sempre que na hora de brincar, pais e filhos se divirtam juntos! É isso que aproxima e possibilita um conhecimento mútuo. A criança constrói sua visão de mundo a partir do que ela vive e depois representa em suas brincadeiras. Por isso, é importante que esse aspecto fundamental para o desenvolvimento infantil, não seja esquecido pela correria da rotina não só dos pais, mas das próprias crianças.

brincadeiras entre pais e filhos

Espero muito que você tenha gostado dessas dicas!

Super beijo,

 

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