DICAS PARA VOCÊ APROVEITAR MELHOR A SUA VIAGEM

Oie,

O post de hoje é um guia principalmente para quem vai viajar pela primeira vez. Sabe aquela sensação de ansiedade/medo quando chegamos na cidade/destino que escolhemos fazer um intercâmbio e/ou passar um período? Então, ela é normal! Quantas pessoas, principalmente quando envolvem países com o idioma diferente do seu próprio país, tem como primeiro pensamento ao pisar em terras diferentes. O que estou fazendo aqui e para que eu vim até aqui? Essa forma de raciocinar acontece com muitas pessoas.

Perceber que dá conta do recado em se comunicar em um novo idioma, conseguir pedir uma refeição e/ou entender sobre os pontos turísticos da cidade vem com o tempo e são apenas algumas coisas que aprendemos ao sair da nossa zona de conforto. Muitas pessoas quando falamos sobre esses aprendizados em viagens associam aos jovens porque eles têm, na teoria, mais disposição e disponibilidade para viver outras culturas. Mas, não existe idade para viajar e ter experiências. Independente da faixa etária, o que aprendemos viajando levamos para as nossas vidas ao retornarmos para o nosso dia a dia.

dicas para quem vai viajar pela primeira vez

Pensando nesse cenário, a especialista em viagens, Lorena Peretti, da Minds Travel compartilhou com o GC 7 :

1 – Ler tudo o que está na descrição do hotel/hostel/passagem: Quantas vezes compramos eletroeletrônicos e/ou outros itens e não lemos os manuais? A verdade é que a preguiça “bate” e sempre achamos que nunca será necessário, e muitas vezes temos a “sorte” de realmente não precisar dessa leitura. Mas, o ruim desse hábito é quando levamos ele nas viagens e nos deparamos com situações que poderiam ser evitadas se tivéssemos lido tudo, do hostel, hotéis, passagens e etc. Acontecimentos como: local da hospedagem aceitar apenas dinheiro em espécie (e não temos na nossa carteira porque ainda não fomos nas lojas de câmbio), conexões que podem levar muitas horas (e não nos atentamos a esse detalhe no momento da compra do ticket aéreo), não ter lido as avaliações de outras pessoas e nos deparamos com um local de hospedagem muito quente e sem ar condicionado (porque não lemos as experiências dos outros usuários e/ou que não havia ar condicionado e nem ventilados), entre outras situações. Ler avaliações sobre o hotel/meio de transporte pode te livrar de acontecimentos desagradáveis futuros.

2 – Saber quanto “vale” a moeda do país que optou: Esse ponto pode ser o mais complicado para nós brasileiros. Não tivemos educação financeira na escola, como disciplina obrigatória, e ao viajar podemos ficar confusos no momento de converter o real para a moeda do país que iremos estudar/viajar. Uma dica é estudar sobre a moeda antes tendo uma média de quanto ela vale frente ao real. Há alguns sites que fazem a conversão do quanto vale 1 Real frente a 1 Peso Argentino, por exemplo. Faça as conversões, compare algumas casas de câmbio no Brasil por um período de pelo menos 2 semanas, e caso não compense trocar no Brasil deixe a maior quantia para cambiar no país visitado. Mas lembre-se de levar uma quantia da moeda do país destino daqui do Brasil – Emergências acontecem e podem acontecer no trajeto e/ou na chegada ao destino.

3 – Trocar dinheiro em espécie em locais confiáveis e com boas cotações: Sacar dinheiro fora do país tem taxas altas cobradas pelas instituições financeiras e, por isso, o ideal é na viagem usar dinheiro efetivo, cartão de crédito (cheque com a instituição como funciona a conversão antes de optar), e/ou cartão pré prago muito comum de serem adquiridos nas casas de câmbio no Brasil. Para dinheiro em espécie fuja de realizar o câmbio em aeroportos/Navios/Rodoviárias, pois esses locais tendem a ter taxas mais altas. Leia as experiências de outros viajantes e opte por casas de câmbio com boa reputação.

4 – Atenção com a internet nos smartphones e computadores: Todos nós queremos viajar e ter acesso a internet. Seja para usar o Google Maps, fazer postagens nas redes sociais, reservar hotéis e/ou trabalhar, viajar é sinônimo de ter uma boa internet para facilitar a nossa vida. Não deixe para pesquisar como funciona a internet no país onde vai visitar apenas quando chegar lá. Cheque se compensa adquirir um chip do local e/ou fechar com a sua própria operadora no Brasil um pacote de dados para o exterior. Faça uma boa pesquisa de valores e como é o funcionamento da internet no país. Não confie apenas no WI-FI dos hotéis//hostel/pousadas para não passar “apertos”

5 – Tenha uma boa “nuvem” para arquivar as suas fotos de viagem: Seja o seu celular com tecnologia IOS ou Androide, lembre-se de manter atualizada a sua nuvem. Caso seja necessário acessá-la diariamente para mantê-la ativa, faça isso todos os dias. Imprevistos acontecem e você não quer perder as imagens da sua viagem dos sonhos, não é mesmo?

6 – Cuidado com os meios de transporte muito baratos: Sabe aquele ditado – O barato sai caro? Então, ele vale muito no caso dos meios de transporte. Muitas vezes uma passagem, seja aérea, terrestre ou fluvial, está muito em conta, porém envolve muitas horas no trajeto e/ou outras restrições. Por isso, fique atento(a) as especificações e lembre-se sempre de respeitar os seus limites físicos. Os trajetos entre países e outras cidades podem ser tão cansativos que você pode não conseguir aproveitar bem o local visitado. Opte por pernoitar nos locais e pondere no momento da escolha.

7 – Você ficará mais calmo(a) e criativo(a): Quatro dias em contato com a natureza deixam o indivíduo mais tranquilo e com mais criatividade em resolver conflitos. Ou seja, ao retornar ao trabalho você estará mais calmo e com insights melhores para executar as suas atividades. Isso será bom para você, para a empresa e para quem convive com você!

saiba como planejar uma viagem

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tudo o que você precisa saber para viajar de carro

Oie,

Você sabe quais os cuidados que deve ter ao viajar de carro? As preocupações começam antes mesmo de sair de casa, no planejamento. Todos os cuidados são necessários para quem quer se divertir sem se preocupar com imprevistos, garantindo o bem-estar de todos.

saiba o que você precisa saber para viajar de carro

Pensando nisso, reuni 6 dicas para uma viagem tranquila:

1 – Viagem de carro: É importantíssimo saber qual é o estado do automóvel antes de pegar a estrada. A manutenção preventiva evita colocar a vida de todos em risco e não se resume à checagem de óleo e pneus em cima da hora

2 – Kit de primeiros socorros e remédios: O kit pode variar de acordo com as condições e o clima. O ideal é levar a quantidade de medicamentos para cobrir um pouco além do tempo de viagem, porque imprevistos sempre podem acontecer.

3 – Pedágios e gastos com combustível: É muito importante saber o quanto você irá gastar com pedágios, lembrando que nem todas aceitam cartão e só recebem o pagamento em espécie. Se não tiver dinheiro suficiente, algumas concessionárias emitem boleto para pagamento no banco ou aplicam multa.

4 – Verifique as leis de trânsito de cada país: Se sua viagem começa no Brasil e vai até países vizinhos, é bom checar as leis de trânsito e o que pode e o que não pode ser feito quando o assunto é direção. As regras podem ser até semelhantes, mas não querem dizer que são iguais – e ninguém quer ser parado por um policial em outro país, né?

5 – Número de emergência em mãos: Além dos números básicos de emergência como polícia, bombeiro e ambulância, tenha em mãos os contatos do seguro do automóvel, que em caso de acidentes pode dar suporte até mesmo com o transporte de volta. Além disso, mantenha na carteira anotações sobre o seu tipo sanguíneo e se é alérgico a algum remédio. Esses dados podem te ajudar em caso de emergências.

dicas para viagens de carro

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como cuidar dos pets no frio

Oie,

Apesar do inverno ainda não ter começado, as temperaturas já apresentam sinais do frio que aproxima nas próximas semanas. Por isso, a especialista Luana Sartori, médica veterinária da Nutrire compartilhou com a gente algumas dicas de como manter os animais aquecidos e evitar as doenças mais comuns no inverno.

saiba como cuidar do pet no frio

O ambiente

As temperaturas baixas afetam menos os animais que vivem dentro de casa, pois uma casinha já é suficiente para que não passem frio. Porém, para os que passam boa ou toda parte do tempo do lado de fora, a recomendação é que não tenham contato direto com o piso gelado.

Existem várias maneiras de deixar as casinhas dos pets quentinhas, as opções vão desde usar aquele cobertor em desuso até forrar o local com material emborrachado. Jornais, carpetes, tatames e estrados de madeira também ajudam bastante.

Roupas – usar ou não usar?

As roupas ajudam a manter os animais quentinhos, porém, é preciso cuidado na hora de usá-las. O ideal é que os tecidos esquentem pets que ficam em áreas externas, os de pelagem curta e as raças menores e mais propensas ao frio. Já os animais que têm pelo denso e vivem dentro de casa, geralmente não necessitam ser vestidos. Vale lembrar que alguns animais não se adaptam com roupas de lã ou sintéticas, por exemplo. Nesses casos, é possível experimentar o algodão ou soft, que causam menos irritação na pele. É preciso que o dono analise seu cão e escolha o tipo de roupa que lhe deixe mais confortável.

Banho

Há um mito de que no frio o animal não precisa tomar banho. Além de não ser higiênico, deixar seu pet sujo prejudica sua saúde e pode causar problemas sérios para o bichinho. O ideal é que os banhos sejam mantidos, porém, com alguns cuidados extras. Sempre utilizando água morna, secando bem e evitando que o cão tenha contato com a rua até, no mínimo, 30 minutos depois. O local da higienização também deve ser protegido do frio e sem correntes de ar.

Estimule o pet

Para auxiliar no bem-estar do animal, algumas brincadeiras podem ajudar a manter seu corpo aquecido. Estimular o pet a fazer exercícios físicos é essencial até para evitar que ele ganhe peso nos períodos de baixas temperaturas, visto que os animais costumam comer mais nesses períodos. Vale lembrar que a gordura em excesso pode causar doenças cardiovasculares no fígado e na coluna.

Passeios

Podem ser mantidos, mas o ideal é que ocorram nos horários mais quentes. Meio dia é perfeito para o passeio, pois a temperatura costuma aumentar. Evitar saídas de manhã cedo ou depois das 18h ajuda a evitar que o animal resfrie, por exemplo.

Não esqueça o veterinário

Manter o animal aquecido é uma das formas de deixá-lo saudável. Além disso, as visitas ao veterinário devem ser seguidas rigorosamente. Afinal, manter o animal bem o ano todo é imprescindível para que ele esteja forte para enfrentar o inverno. A melhor forma de prevenção de algumas doenças no frio ainda é a vacinação, o que também torna fundamental o acompanhamento médico em todas as fases da vida do pet.

saiba como prevenir as doenças de inverno dos pets

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9 ALIMENTOS QUE SÃO AINDA MELHORES JUNTOS

Oie,

Que uma alimentação balanceada faz bem para o nosso organismo, todo mundo sabe, né? Mas você sabia que ao unir alguns alimentos, eles trazem ainda mais benefícios a nossa saúde? Segundo a nutricionista e pesquisadora Aline Quissak, existem alimentos que, quando consumidos juntos, acabam potencializando suas própriedades, e essa sinergia – combinação – faz muito bem para o nosso corpo.

Confira a seguir uma lista com 10 alimentos que são ainda melhores juntos do que separados, para que você possa inserir no seu dia a dia.

1 – Curcumina e Pimenta do Reino:

curcuma e pimenta do reino

A curcumina presente na cúrcuma (açafrão da terra) é um dos anti-inflamatórios naturais mais poderosos que existem. Mas infelizmente o nosso corpo não consegue absorver. E para isso precisa da piperina, encontrada na pimenta do reino, para potencializar sua absorção em mais de 1000x. Além disso, a melhor proporção para esse efeito é 3:1 (a cada 3 medidas de cúrcuma, uma de pimenta do reino).

Consumo recomendado: 1 colher de chá por dia de cúrcuma para efeitos medicinais dessa raiz.

2 – Banana e Nozes:

banana-com-nozes

A banana é queridinha das frutas: prática, simples, docinha e com preço acessível. Ela é muito importante para a saúde do coração e da musculatura, é muito importante para o pré treino, por dar energia, além do fósforo que auxilia no condicionamento cardiorrespiratório. Porém, sozinha a banana tem pontuação inflamatória no nosso corpo. Não significa que ela cause mal, como falamos ela tem muitos benefícios. A orientação é não comer ela sozinha. A melhor opção nesse caso é consumí-la com nozes, devido ao seu poder anti-inflamatório e a concentração de ômega 3. Assim, melhora a perfomance dos praticantes de atividades e a proteção do coração da população em geral.

Consumo recomendado: 1 banana + 3 nozes:

3 – Beterraba e Laranja:

beterraba e laranja

Você já deve ter ouvido que beterraba tem grandes quantidades de ferro, e é verdade. Se você tem anemia ou é vegano, saiba que o ferro da beterraba é chamado de “ferro não heme”, ou seja, um ferro não ativado. Por isso, quando adicionamos vitamina C, vinda da laranja ou do limão (se fizer suco use a laranja, se fizer salada opte pelo limão), ativamos o ferro que, aí sim, é absorvido pelo nosso organismo.

Consumo recomendado: Para cada 50g de beterraba, 10g de suco de laranja ou limão.

4 – Cacau e Frutas Vermelhas:

cacau e frutas vermelhas

Esses são dois alimentos que sozinhos já trariam muitos benefícios. Mas você sabia que quando unimos os antioxidantes do cacau com o ácido das frutas vermelhas (morango, amora, mirtilo, framboesa), temos uma proteção potente para o tratamento do câncer de mama? Por regular o estrogênio, essa combinação é ótima para mulheres com TPM intensificada.

Consumo recomendado: 100g de morango + 20g de chocolate 70% cacau.

5 – Damascos ou Tâmara e Coco:

tamaras, damasco e coco

Tanto o damasco quanto as tâmaras possuem um nível elevado de potássio e vitamina A. Quando unimos potássio + vitamina A + o TCM – que é a gordura do coco, ativamos as sinapses dos neurônios, melhorando a memória, o foco e a concentração.

Consumo recomendado: 2 damascos secos/tâmaras + 20g de coco seco.

6 – Shitake, Shimeji e Tomate Cereja:

shitake, shimeji e tomate

Os cogumelos têm as suas particularidades nutricionais, já que ele possui certos antioxidantes que não são encontrados em outros alimentos. O problema é que nem sempre conseguimos absorver essa quantidade de nutrientes. Para isso, unimos a eles a quercetina associada e licopeno do tomate cereja, que conseguem transportar nutrientes do shitake e Shimeji para o cérebro e para o coração. Para isso acontecer, eles precisam ser refogados por pelo menos 8 min.

Consumo recomendado: 1 xícara de chá (metade cogumelos e metade tomate cereja).

7 – Acerola e Melão:acerola e melão

Acerola é a fruta mais anti-inflamatória existente no Brasil. Sozinha, é poderosa aliada no tratamento de doenças como artrite, artrose, câncer (que não seja de estômago), depressão e até Alzheimer. Quando juntamos essa fruta ao melão, temos o efeito anti-inflamatório prolongado, graças a glutationa.

Consumo recomendado: Consumir as frutas de duas a três vezes na semana, para que elas tenham seu efeito durante a semana toda.

8 – Café e Óleo de Coco filtrado (TCM):

café com óleo de coco

O óleo de coco extravirgem possui, entre outras substâncias, uma gordura chamada TCM (triglicerideos de cadeia média), quando o filtramos (Lotus de coco), temos apenas o TCM isolado. Essa gordura é a única que não passa pelo fígado para ser metabolizado, passando direto para o sistema nervoso central. Por isso, quando unimos o TCM com a cafeína do café, ele carrega direto para o cérebro, dando energia rápida para quem consome a mistura. Essa não é uma mistura termogênica como muitos acreditam, é uma mistura para aumentar o rendimento nos treinos ou dar um “up” em quem está cansado.

Consumo recomendado: Para cada xícara (80ml) uma colher de café (5ml). Não recomendado para quem sofre de ansiedade.

9 – Linhaça e Semente de Abóbora:

linhaça com semente de abóbora

As sementes são uma estratégia usada pelos nutricionistas para regular o ciclo da mulher. A linhaça já é uma “superfood“, mas quando consumimos junto com a semente de abóbora, ela cria um equilíbrio entre progesterona e estrogênio para melhorar o humor e disposição no início do ciclo de menstruação.

Consumo recomendado: 1 colher de sopa de cada, do primeiro ao 15 dia, a partir do início da menstruação.

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